No Seu eterno propósito de restaurar em Cristo todas as coisas, Deus tem por nós, os seus filhos, um propósito específico: “…
Ele nos escolheu e nos separou a fim de nos tornar parecidos com o Seu
Filho. Ele fez isso para que o Filho fosse o primeiro entre muitos
irmãos” (Rm 8.29)
Na Criação Deus deu um destaque especial ao homem, criando-o à sua
imagem e semelhança, mas na redenção, Deus ampliou o seu propósito para
com os seus filhos; Ele garante que seremos ressuscitados em
corpo glorioso semelhante ao de Jesus Cristo. Na Carta de Paulo aos
Filipenses 3.21 está escrito que “Ele transformará nosso corpo fraco
e mortal e fará com que fique igual ao seu corpo glorioso, usando para
isso o mesmo poder que Ele tem para dominar todas as coisas”.
A grande diferença do homem natural para o espiritual, isto é, aquele
que nasceu de novo e que faz parte da nova humanidade em Cristo, é que
nossa identidade de “cidadãos do mundo” passa a ser algo secundário,
pois agora “… somos cidadãos do Céu e estamos esperando ansiosamente o nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que virá de lá” (Fp 3.20).
Portanto, Deus quer também sejamos livres de homens
dissolutos (II ts 3.2); que entendamos que a nossa capacidade vem Dele
(II Co 3.5); que sejamos sóbrios (I Ts 5.8); que cresçamos em tudo (Ef
4.15); que sejamos benignos, misericordiosos e perdoadores (Ef 4.32);
que sejamos pessoas maduras e alcancemos a altura espiritual de Cristo
(Ef 4.13); que sejamos aprovados de Deus para pregação das boas novas, o
evangelho de Jesus Cristo (I Ts 2.4), o qual nos concede tantas
riquezas, honras e uma vida eterna.
Por tudo isto, sejamos fiéis e nos dediquemos ao serviço de Deus;
permaneçamos firmes na esperança do nosso chamado; e que, como Jó,
afirmemos: “Eu reconheço que para Ti nada é impossível e que nenhum dos Teus planos será impedido” (Jó 42.2).
Que Deus nos abençoe. Amém!
Fonte: http://minhavidacrista.com

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